Twilight

O forum português de toda a saga Crepúsculo (Luz e Escuridão) da S. Meyer e também do filme ;)
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 New direction, new life.

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AnaSilva
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MensagemAssunto: New direction, new life.   Sab Set 26, 2009 9:44 pm

New direction, new life.



Apresentação.

Uma jovem rapariga de 16 anos (Kathryn) é obrigada a ir viver para Memphis depois do divórcio dos pais (Joana e Paul).
Deixar tudo para trás é difícil, principalmente quando se é apenas uma miúda fria, calculista e fútil como Kathryn, mas alguém muito especial vai entrar na sua vida e faze-la mudar a sua personalidade.
Esta jovem vai aprender a agarrar as oportunidades e a lutar para atingir os seus objectivos.
Uma historia que envolve romance, drama e problemas juvenis da vida real.
By: Belhit@.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Dom Set 27, 2009 9:38 pm

Belhit@ escreveu:
New direction, new life.



Apresentação.

Uma jovem rapariga de 16 anos (Kathryn) é obrigada a ir viver para Memphis depois do divórcio dos pais (Joana e Paul).
Deixar tudo para trás é difícil, principalmente quando se é apenas uma miúda fria, calculista e fútil como Kathryn, mas alguém muito especial vai entrar na sua vida e faze-la mudar a sua personalidade.
Esta jovem vai aprender a agarrar as oportunidades e a lutar para atingir os seus objectivos.
Uma historia que envolve romance, drama e problemas juvenis da vida real.
By: [url=mailto://Belhit@.
Belhit@.[/quote[/url]]
Uhuhuhuh, tou á espera de mais =)
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Ter Set 29, 2009 9:10 pm

Em breve postarei mais!
Aproveito tambem para dizer que nao irei fazer divisao de capitulos, por isso vou postando regularmente.

Beijo ^^
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Qui Out 01, 2009 4:32 pm

Belhit@ escreveu:
Em breve postarei mais!
Aproveito tambem para dizer que nao irei fazer divisao de capitulos, por isso vou postando regularmente.

Beijo ^^

Ok ^^
Kiss ~^^~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sab Out 03, 2009 2:49 pm

The History

Foi na belíssima cidade de Las Vegas, nevada, que eu nasci, cresci e vivi, até aos meus dezasseis anos, ou melhor, até a minha mãe ter a infeliz ideia de se mudar, para o outro lado do continente, mais precisamente para Memphis, no estado de Tennessee, passado 2 meses do divórcio com o meu pai.

Depois de terem milhares de verdadeiras razoes para me porem de castigo, e não as terem aproveitado, tinham mesmo de me castigar por causa das suas infantilidades.

«Despacha-te Kathryn! Não quero perder o avião.»

Era a primeira vez em toda a minha vida que não estava a ver a minha mãe atrasada, eu pelo contrário estava ainda deitada na cama, sobre a colcha, com o pijama vestido.

Talvez não fosse uma má ideia perder o avião, podia ser que mudassem de ideias e me deixassem ficar em casa do meu pai ou num apartamento alugado, algo que para os meus pais era totalmente absurdo, uma vez que o meu pai passava a vida no trabalho e consideravam-me muito nova para viver sozinha.

Algo bate fortemente na porta do quarto fazendo-me levantar de um salto da cama.

«Ainda não estás vestida? Por favor diz-me que tens tudo o resto pronto!»

«Tenho mãe! Cuidado para não te dar um ataque cardíaco, não queres perder o avião.»


Esforcei-me para ser o mais sarcástica possível, mas não fui bem sucedida, no entanto ela percebeu.

«Querida sei que estás frustrada, mas é o melhor para todos.»

A minha mãe de facto não tinha nada de figura maternal carinhosa.

«Excepto para mim, como é óbvio. Vocês nunca têm a minha opinião em consideração. Posso ainda não ser uma adulta, mas também não sou, de todo, uma criança. Eu sei que vocês gostam de dizer que sabem o que é o melhor para mim, e até conseguem acreditar que sim, mas não é verdade! Se existem pessoas que não sabem mesmo o que é melhor para mim são vocês!»

Ela permaneceu calma, como se a minha resposta tivesse sido um simples «Oqaii!» e continuou.

«Como já disse sei que estás frustrada, mas se não te despachas perdemos o avião. Tens dois minutos para desceres.»

Mas será que nem uma discussão decente conseguia ter com ela?!

«E se eu não descer?»

«Eu própria obrigar-te-ei!»


Esta era a mais cómica de todas, nem de castigo me conseguia por e ia obrigar-me a descer umas escadarias para embarcar com ela num avião.

Rendi-me aos factos! Ficar de pijama deitada na cama não resolvia nada.

«Um minuto ou eu digo ao teu ex namorado que acabaste com ele para ires ter com outro!»

Waht?? Como é que ela sabia que eu tinha acabado com o meu namorado, como é que ela sabia que eu tinha namorado?

«E o que é que isso importa agora?»

«Tudo, acho eu, se por acaso decidir ficar por cá mais uns tempos.»


Aaaaiiiii que nervos, afinal ela tinha uma na manga e eu tinha me vingar, mais cedo ou mais tarde.

Abri estrondosamente o guarda-roupa e tirei umas calças de ganga azul clara que me ficavam justas a todo o comprimento da perna e uma camisa branca de cavas. Esta combinação deixava um bocadinho da barriga à mostra, e lembrei-me que as minhas amigas costumavam dizer que a minha era seqsy, o que me fez rir, pela primeira vez, em duas curtíssimas três semanas.

Calcei uns ténis brancos que só tinha usado três ou quatro vezes e peguei na minha mala de mão habitual, também esta em tons de branco mas combinados com tons pretos.

Desci de má vontade a escadaria que acabava no centro da sala de estar.

«Hás de te habituar à ideia filha.»

Disse o meu pai num tom que eu já estava habituada, o tom que pretende transmitir exactamente o contrario das palavras.

________________________________________


Enjoy!
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sab Out 03, 2009 4:49 pm

Awww =D
Mais, mais =D
Posta muito durante o fim-de-semana para eu ler. =D
Kiss ~~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sab Out 03, 2009 9:35 pm

Muito bem xD parece qe tenho uma fa muito atenta.
Ja tinha reparado que o forum estava um bocado parado e decidi começar a escrever.
Infelizmente ainda nao escrevi mais nada mas prometo que posto mais muito em breve.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Dom Out 04, 2009 1:36 pm

Tu começaste e eu parei xD
Não escreveste mais? =(
Kiss ~~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Dom Out 04, 2009 8:28 pm

Calma, calma xD esta mesmo a sair ainda nao e muito, mas sendo assim vou adiantando.

___________________________________________________________________



«Se pensas que também não estou chateada contigo enganas-te!»

«Querida sabes perfeitamente que não iria ser um bom pai se vivêssemos só os dois.»

«Nunca o foste. Mas podia sempre viver sozinha.»

«Kathryn, já falamos sobre isto! Não achas que já chega!»


Wow a minha mãe a falar num tom serio. Uuuuuhh que medo!

«Pronto, pronto já percebi que não adianta.»

«Adeus querida!»


Pronunciou o meu pai, surpreendentemente com a voz a falhar. Apesar disso não mudei a minha atitude.

«Adeus também para ti.»

Sai porta fora com a mesma naturalidade que saia de manha para a escola (a escola onde tinha as minhas amigas e amigos, a escola que me fez e viu crescer, só agora entendia o significado destas coisas), sem olhar para trás, mas muito mais contrariada.

Ao entrar no carro o meu estômago deu mil e uma voltas e depois voltou a assentar, parecendo adivinhar o que o futuro me reservava.

Odiava dar parte fraca mas uma lágrima insistiu em cair e eu permiti-lhe a vitória.

A minha mãe falava várias vezes comigo durante a viagem, falando em da casa e em particular do meu quarto, da escola e dos centros comerciais que haviam em Memphis, mas eu nunca lhe respondi.

Permaneci calada durante toda a viagem de carro e as duas de avião que eram necessárias fazer.

Quando chegamos nem me dei ao trabalho de perguntar onde era o meu quarto, tinha a certeza que iria descobrir sem grande dificuldade.

«Queres comer alguma coisa ouvi a minha mãe a perguntar!»

Ela queria mesmo ouvir a minha voz derrotada. Fiz-lhe a vontade, mas não me ia dar por vencida, ia fazer exactamente o mesmo ate ela me deixar regressar a Las Vegas.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Dom Out 04, 2009 9:27 pm

Gosto, gosto.
Quero tanto saber o que vem para ai.
Ai Meu Deus. xD
Kiss ~~~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Seg Out 05, 2009 5:57 pm

Deixo-te na expectativa xD.

___________________________________________________



No dia seguinte decidi sair bem cedo, faltava uma semana para o inicio do ano lectivo e tinha de fazer algumas compras.

A minha mãe já me tinha dado o dinheiro, pelo que meti uma barra de cereais à boca e saí de corrida.

Dirigi-me ao centro comercial mais próximo, e também maior, fora algo que exigira à minha para a minha mudança.

A primeira coisa que iria comprar: malas, muitas malas.

Fui direitinha a uma loja que só vendia malas de mão, de viagem e carteiras, exactamente o que eu queria.

Comecei por pegar numa mala castanha, lisa, apenas com um laço de cada lado das alças.

Virei-a e tornei a vira-la, até chegar à conclusão que era demasiado pequena e tinha demasiados laços. Esta estava fora de questão.

Olhei para a mesma prateleira onde estava a mala anterior e vi uma preta, lindíssima, com um formato rectangular, na vertical, pouco maior que uma folha A4 e alças de ombro curtas. Era perfeita, uma fila de brilhantes prateados cobrias as costuras de uma forma elegante e ao mesmo tempo, as dimensões da mala davam lhe um ar mais desportivo. Ideal para todas as ocasiões e vários tipos de roupa.

Vi mais umas 50 malas, sem exagero, e optei e também por uma branca, com varias linhas desordenadas e coloridas, ligeiramente mais pequena que a anterior, mas totalmente desportiva, uma vez que tinha bastantes bolsos exteriores, assim como uns dois interiores e uma alça comprida ajustável.

Uma acastanhada com tons amarelados também chamou a minha atenção, tinha um formato arredondado e padrões axadrezados, alças novamente curtas, já para não falar que combinava na perfeição com uns tennis que raramente usava, pela dificuldade de condizerem com outras roupas.

Já tinha 3 malas, mas não me parecia suficiente pelo que decidi comprar uma pequena, (claro que eu sabia que esta não era apropriada para as aulas, mas a minha mãe não), vermelha de verniz que iria ficar lindíssima no meu vestido preto e nos meus sapatos também de verniz vermelho.

Uma carteira era essencial, e uma bastava.

Optei por uma revestida por um tecido semelhante a flanela, em tons pretos e brancos.

Naquela loja as compras estavam feitas.

Numa papelaria comprei umas capas e cadernos, mas não muitos, assim como canetas o restante material de escrita e um estojo.

Tinha ainda algum dinheiro, mas não queria abusar da sorte, alem disso já estava demasiado cansada para ainda ir comprar roupa.

Ao dirigir-me à saída passei pelos lavabos, ao sair destes para retomar o caminho de saída do centro comercial ia tão distraída que não repara que vinha um rapaz mesmo na minha direcção.

Embati nele de tal forma, que caí para trás juntamente com as compras.

«Au!»

Protestei sem me aperceber que o tinha feito em voz alta.

«Ai desculpe menina! Estava tão distraído com os meus pensamentos que não reparei sequer na direcção que ia»

Respondeu o rapaz de maneira muito atenciosa ao mesmo tempo que me estendia a mão para me ajudar a levantar.

«Não tem importância, a sério!»

Awwwe! Não me faltava mais nada, agora tinha aqui um… rapaz lindo de morrer a pedir-me desculpa.

Fiquei totalmente hipnotizada quando olhei para o rosto dele (e o pior: tinha noção disso). A pele não era muito morena. Tinha uns olhos cor de topázio acastanhado e perguntei-me se seriam lentes de contacto, mas não me pareceu, os lábios eram carnudos e tinham um traço perfeito que dividia o inferior do superior. O cabelo loiro-bronze era brilhante e desalinhado, igualmente belo.

Ele sorriu com uma expressão divertida e percebi que tinha uns dentes perfeitamente brancos e alinhados, também perfeitos.

Senti um abano suave nos ombros e despertei do transe momentâneo.
«Menina sente-se bem? Está a ouvir? Menina?»

«Ahh? O que?»

«Não ouviu nada do que eu disse pois não?!»


Fiz uma expressão envergonhada.

«Estava a perguntar-lhe se permitiria que lhe pagasse um café para a compensar.»

Tornou a sorrir.

«Eu já estava mesmo de saída…»

Não me deixou acabar.

«Oh claro! Eu entendo, então até uma próxima.»

Esforçou-se por exibir um novo sorriso e virou costas.

«Hei espere! [Ele virou-se novamente para mim] Não me deixou terminar a frase. Eu disse que já estava de saída, mas podia perfeitamente dispensar mais alguns minutos, para usufruir da sua companhia.»

Esforcei-me para aparentar uma linguagem delicada como a dele e sorri-lhe.

«Aah! Com certeza, desculpe mais uma vez, sou sempre muito precipitado.»

«E mais uma vez não tem importância.»


Sorrimos um ao outro e ele dirigiu-me à cafetaria mais próxima.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Seg Out 05, 2009 8:13 pm

Awww, xD
Já esta a começar, ai Meu Deus!
Quero mais, mais e mais.
Olha senão comentar durante a semana e tu postares é por causa da escola, mesmo.
Mas depois comento tudinhooo.
Beijinhoo ~~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Qua Out 07, 2009 11:43 pm

Aqui fica mais um bocadinho... escusado sera dizer que nem tudo e o que parece :b

_____________________________________________


Raramente falava estando quase sempre hipnotizada pelos seus olhos profundos e pelo seu sorriso cintilante.

Fiquei a saber que iria estudar na mesma escola que eu, e apesar de ter 17anos, no mesmo ano escolar, com sorte iríamos ter aulas juntos.

Não tinha muitos amigos (já éramos dois, mas eu simplesmente era demasiado fútil para isso) e eu não consegui perceber porque, ele era tão… magnifico.

Tinha um irmão mais velho 3 anos e os pais tinham morrido no acidente de carro à 4 anos, o que obrigara com que ele e o irmão viessem para casa dos avós, apesar do irmão se ter ido embora passado 2 anos.

«E tu tens algum irmão?»

«Quem? Eu?»


Perguntei quando me engasguei ao ouvir a pergunta.

«Sim…»

Respondeu não conseguindo esconder a vontade de rir.

«Naaa…»

«Posso perguntar porque?»

«Desde pequena dizia aos meus pais que não queria ter irmãos.»

«E só por isso é que és filha única? Quer dizer normalmente os pais não ligam muito a isso.»

«Os meu ligam!»


Disse já um pouco indignada.

«Se tu o dizes… bem, está a ficar tarde, deves ter de ir andando?!»

«Pois… Sendo assim… até à próxima!»

«Até à próxima!»


Peguei nos meus sacos e voltei-me com um sorriso que foi retribuído.

Enquanto caminhava para casa não conseguia parar de me lembrar do seu olhar, do seu sorriso, da sua voz, do seu eu.

Algo em mim estava diferente, não fisicamente ou algo que se parecesse, mas psicologicamente.

Parecia finalmente que gostava realmente de alguém e que esse alguém gostava de mim, fosse de que forma fosse.

E eu tinha mesmo de me ter descaído com aquela dos irmãos, agora devia estar a pensar que sou apenas mais uma rapariga totalmente fútil, o que não é mentira nenhuma, mas metia me confusão que ele pensasse isso de mim.

Ao chegar a casa dirigi-me directa ao quarto, passando pela minha mãe no corredor que me lançou um olhar furioso.

«Sabes que horas são? Posso saber porque tinhas o telemóvel desligado?»
«Não sei, nem me interessa e fiquei sem bateria no telemóvel.
(ou melhor, desliguei o por conveniência)»

Entrei no quarto deixando, como quase sempre, a minha mãe a falar sozinha e sem me preocupar em dar mais justificações.

Atirei os sacos para cima da cama, tirei a t-shirt, os tennis, o cinto e desabotoei as calças, atirando-me de costas para a cama.

Mais tarde arrumei as compras, tomei banho e vesti o pijama, antes de ouvir o grito irritante da minha mãe.

«O jantar está na mesa!»

Durante o jantar nem sequer ouvia a minha mãe a falar, tinha a minha mente noutro lugar.

Finalmente a semana acabou e era de novo segunda-feira o que significava que havia uma grande possibilidade de o voltar a ver.

Comecei por pensar em vestir as minhas melhores roupas, mas depois lembrei me que isso só iria realçar a minha ideia de rapariga fútil (algo que teria de ultrapassar).

Uns jeans simples, com uma camisola rosa fuscía lisa, uns tennis pretos com brilhantes e traços também rosa e a minha mala preta nova.

Saí de casa com o meu pequeno-almoço habitual, uma barra de cereais e um trago de leite bebido directamente do pacote.

Meti me no carro (que pela primeira vez me pareceu demasiado ostentoso) e preguei afundo no acelerador, queria chegar o mais rápido possível à escola.

Mal estacionei o carro, no primeiro lugar do estacionamento da escola, vi-o aproximar-se da secretaria.

Saí rapidamente tropeçando nos meus próprios pés e apanhei-o pelo ombro já dentro da secretaria.

«Oi!...»

Ele olhou-me com um olhar desprezante e prosseguiu o seu caminho, ao seu lado ia uma rapariga alta, loura, com um aspecto bastante fidalgo.

Dirigi-me novamente para o meu carro, não sabendo ao certo o que pensar, ou o que fazer.
Ele não disse que tinha ficado minimamente interessado em mim, mas era escusado ter reagido como se não me conhecesse.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sex Out 09, 2009 7:17 pm

Omg ... omg ...
Essa ultima parte fez-me lembrar do Emmett =D
BADALHOKO, passou e não disse nadaa ...
PARVO, Ai se eu te apanhooo!
Continua, sim?
Beijinho ~~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sab Out 10, 2009 9:40 pm

Aqui fica mais um bocadinho para poderes comentar no fim de semana.

P.s. Eu avisei que nem tudo o que parece é xp

Enjoy!

_________________________________________________________




Passado alguns minutos ainda não estava recuperada, olhei para o relógio, já estava na hora da aula, e estupidamente havia algo em mim que me obrigava a ir.

Entrei na sala, ele estava lá, e o único lugar vago era na carteira dele do lado esquerdo.

Só podia estar tudo tolo.

Sentei-me mas nem olhei para ele.

«Olá! Já não te lembras de mim?»

Disse olhando para mim com aquele sorriso que me deixava louca.

Qual era a lata dele afinal, à apenas 5 minutos atrás tinham-me virado as costas exprimindo insignificância e agora estava ali todo sorrisinhos como se fossemos os melhores amigos?

Aquele rapaz queria dar comigo em doida?

Subitamente lembrei-me que nem o nome dele sabia, tinha ficado tão encantada que nem me dera ao trabalho de perguntar, nem ele tinha perguntado o meu, pelo menos que me lembrasse.

«Passa-se alguma coisa? Fiz alguma coisa?»

Permaneci calada para controlar a raiva. Temperamento – sempre fora um problema.

«É verdade nem sequer sei o teu nome.»

A raiva estava parcialmente controlada, mas ainda tinha de permanecer em concentração mais uns segundos.

«Por favor! Importas-te de me responder?! Estou a ficar preocupado!»

Explodi.

«Há bocado não estavas assim tão preocupado, até fizeste de conta que não me conhecias. Era por causa da tua amiguinha loira é?»

Ele começou a rir ligeiramente tentando controlar-se.

«Eu não tenho nenhuma amiguinha, muito menos loiras, prefiro morenas…»

«Como eu queres ver.»


De facto o meu cabelo loiro castanho ondulado, condizia na perfeição comigo, e principalmente com os meus olhos verdes.

«Por exemplo. Mas sabes uma coisa quem tu viste, onde quer que fosse devia ser o meu irmão, e a namorada, somos mesmo muito parecidos, alem disso se foi hoje de manhã podes confirmar com a roupa. Era esta?»

Que estranho alívio, era o irmão.

«Não… Aii desculpa a serio, pensei mesmo que eras tu. Vocês são tão parecidos.»

«Eu sei… Mas ainda não me disseste o teu nome.»

«Kathryn. Mas podes chamar-me só Kath. E tu?

«Alexander. Mas podes chamar-me só Alex.»


Rimos em simultâneo e o professor entrou na sala.

Apresentações habituais e mais duas aulas para o almoço, três no total, tenso sido as duas primeiras na companhia de Alex. Antes de ter conseguido sequer sair da sala Alex já estava à porta para irmos almoçar juntos e assim passamos o resto da tarde. Juntos.

Quando regressei a casa não conseguia parar de pensar nele. Aquele rapaz tinha-me feito pedir desculpa e dizer obrigado, sem ironia. Tinha me aberto o coração e colocado um ponto tão quente lá dentro que o derretia.

Sabia que já não era a mesma pessoa mesquinha, fria e calculista de sempre o que não era mau de todo, mas aceitar a ideia de mudança não era fácil.

Passei as duas semanas seguintes daquela forma, sem sair à noite ou mesmo sem arranjar números de rapazes giros. Estava um bocadinho farta e decidi que se ninguém me convidasse a sair ate sábado a tarde eu mesmo telefonaria a alguém.

Entrei na sala da nossa primeira aula da manhã e sentei-me, ele cumprimentou-me com um olhar e eu retribui rapidamente. Uma vez que o professor já estava na sala não dava tempo para grandes conversas.

A meio da aula a sua mão tocou a minha, reparei que estava ligeiramente mais quente, e abriu-se. Do seu interior caiu um pequeno papelinho que pousou suavemente na minha palma aberta.

Abri-o com todo o cuidado e li o que estava escrito.

O meu irmão vai dar uma festa amanhã à noite. Queres vir?

Uma festa, finalmente alguma coisa a que eu estou acostumada. E apesar do meu primeiro encontro com Jared, o irmão de Alex, não ter sido dos melhores eu ia estar bem acompanhada, de certeza que não me ia aborrecer.

Com certeza, já há algum tempo que não saiu para me divertir.

Escrevi.

E recebi uma reposta imediata.

Vou buscar te às 9, está bem para ti?

9 HORAS? ELE QUERIA QUE EU ESTIVESSE PERFEITA ATÉ ÀS 9 HORAS?

Preferia que fosse às 9 e meia, para dar tempo de jantar com a minha mãe, não gosto que faça as refeições sozinha.

Como se me ralasse com isso, mas enfim, mais meia hora já não era mau.

Claro. Às 9 e meia então.

Amassei o papel e enfiei-o para o fundo da mala.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sab Out 24, 2009 2:27 pm

Espero que tenhas uma boa razao para nao teres comentado.

Estava a brincar xD

Ja tenho mais fic pronta, mas vou esperar que leias esta parte para nao ser muito maçante.

Esta parte inicial pode ser um pouco aborrecida, mas quando a verdadeira historia se começar a formar vai ser mais interessante.

Kiiss!!
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Ter Nov 17, 2009 10:13 pm

Belhit@ escreveu:
Espero que tenhas uma boa razao para nao teres comentado.

Estava a brincar xD

Ja tenho mais fic pronta, mas vou esperar que leias esta parte para nao ser muito maçante.

Esta parte inicial pode ser um pouco aborrecida, mas quando a verdadeira historia se começar a formar vai ser mais interessante.

Kiiss!!

EU LI!
DESCULPAA, TIVE SEM PC!! =(
Estou tao feliz ^^
Agora posta mais.
Mais!
Eu fico com o irmao dele ... na boa =D
Kiss ~~
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Qui Nov 19, 2009 12:42 am

Oh, nao precisavas de dar uma justificação, eu disse que era a brincar...

Bem aqui fica mais um bocadinho da fic, agora é que a emoçao vai começár.

Fica bem, kiss!!
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Qui Nov 19, 2009 10:20 pm

Nesse mesmo dia à noite, depois de ter desarrumado o meu guarda-roupa inteirinho, apercebi-me de que não tinha nada que vestir, aliás, eu nem sequer sabia que tipo de festa era.

Teria de ligar a Alex, tinha lhe pedido o número no terceiro dia de aulas e ele tinha-mo dado sem hesitar.

Peguei no telemóvel e marquei rapidamente o número.

«Estou sim…»

Alguém atendeu, mas não me parecia Alex, reconheceria a sua voz de todas as maneiras possíveis e imaginárias.

«Fala a Kathryn, gostaria de falar com o Alexander. É este o seu número, certo?»

«Sim, mas de momento não pode atender. Tente mais tarde.»


Era uma mulher.

«Posso saber com quem estou a falar?»

«Lauren, prazer. Agora se me dá licença tenho de desligar. Eu aviso que telefonou.»


Mas quem é que ela pensava que era, uma famosa que se reconhece só pelo nome.

«Lamento mas, de nome não estou a ver quem possa ser.»

«Penso que isso não seja importante.»


Tu…tu…tu…


Grande lata, desliga-se assim o telefone às pessoas agora, é?!

Eu sabia, ou melhor tinha quase a certeza que era a noiva do irmão ao telefone, só não sabia era porque.

Isso agora não era importante certamente havia uma explicação lógica para aquilo.

Tentaria de novo amanhã de manhã.

Decidi ir tomar banho.

Despi cuidadosamente cada peça de roupa, liguei a torneira da água quente e deixei que esta me queimasse.

De baixo de água era obrigada a raciocinar, algo me fazia pensar que alguma coisa se passava com Alex, que aquilo não era normal, mas ao mesmo tempo tudo parecia tão perfeitamente estúpido.

Qualquer um pode ficar sem poder atender o telefone e não foi uma pessoa estranha que o fez por ele, foi a noiva do irmão.

Por outro lado porque foi ela tão rude ao telefone.

Fosse o que fosse não me podia ocupar os pensamentos agora.

«Kathryn, o jantar está na mesa.»

Boa. O grito estridente da minha mãe, a chamar-me para jantar.

«Já vou.»

Respondi arrogantemente, tinha passado a fase de não falar, mas não ia dar me totalmente por vencida.

Estava mesmo a sair do quarto, quando o telefone toca.

Era Alex.

«Sim?!»

Atendi radiante. Mais do que devia ser normal.

«Kath, eu não tenho muito tempo. Não te vou buscar amanha, nem vou aparecer mais na tua vida. Andam-se a passar coisas que tu não compreenderias e é perigoso para ti estares por perto. Desculpa! Adoro-te. Muito.»

Falava muito rapidamente e a sua voz assemelhava-se a um sussurro.

«Alex, o que é que se passa? Estás a deixar-me preocupada. O que é que te estão a fazer?»

«Perdoa-me! Adoro-te!»


Tu… tu… tu…


A chamada caiu e com ela a minha alma.

«Kathryn!»

Chamou novamente a minha mãe. Mas eu já não conseguia reagir.

Os meus joelhos fraquejaram e quando dei por mim, já estava sentada no chão. Encostei, instintivamente, os joelhos ao peito, e agarrei os cabelos com toda a minha força, pronta para arranca-los a qualquer momento e chorei, chorei como se o mundo tivesse acabado. E para mim, talvez tivesse acabado mesmo. A única coisa que me prendia a esta vida, a esta cidade estúpida, tinha acabado de me anunciar, num estado deprimente, que me ia abandonar para sempre, e eu não sabia como evitar que isso acontecesse.

«Kathryn?!»

Era novamente a voz da minha mãe. Mas desta vez estava mais próxima. Do outro lado da porta do meu quarto.

«Kathryn abre imediatamente esta porta ou eu juro que chamo a polícia.»

Só então percebi que estava a bloquear a porta.

No entanto, não me apetecia mesmo nada ter de lhe dar justificações agora.

«Sai! Não quero falar com ninguém. Desaparece!»

«Kath, querida o que é que se passa?»


Oh por favor, lamechices maternais agora não!

«O MUNDO ACABOU ISSO NÃO CHEGA?!»

Aiii, porque é que ela se tinha de lembrar de ser mãe agora.

«Que disparate Kath, anda jantar.»

DISPARATE? ELA CHAMAVA À MINHA VIDA UM DISPARATE?

«DE-SA-PA-RE-CE! NÃO QUERO OUVIR OU VER NINGUÉM! ESTOU OFICIALMENTE MORTA. ADEUS!»

Não ouvi mais nada e calculei que já se tivesse ido embora.

Eu não ia conseguir aguentar. A primeira pessoa que me tinha obrigado a ser alguém, a primeira pessoa de que eu… talvez… não… de certeza… a primeira pessoa de que eu tinha… gostado de verdade… amado… de verdade, ia desaparecer da minha vida, do meu mundo.

Eu ia ficar sozinha. Outra vez.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sex Nov 20, 2009 6:14 pm

AHHHHHHHHHHHHH!
MAIS!
ALEX!!! =(
Beijinhoo ^^
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sab Nov 21, 2009 9:35 pm

Passaram um, dois, quatros meses, mais precisamente quinze semanas, e ele nunca apareceu, nem na escola, nem na secretaria para dizer que ia embora, nem em minha casa, nem no centro comercial onde nos tínhamos conhecido.

Toda a gente agia com toda a normalidade possível, toda a gente agia como se um ser humano não tivesse acabado de desaparecer.

Agora, sem a melancolia e a depressão a baralharem-me totalmente o cérebro e sozinha no meu quarto, podia tentar, e apenas tentar pensar em todos os pormenores.

Factos:

Apenas um.

- Tudo aconteceu depois das aulas de sexta-feira (ele tinha-me convidado nesse dia para a festa e, depois, o telefonema, no mesmo dia);

Suspeitas:

Várias.

- Alguém ou algo o estava a proibir de contactar com outras pessoas (isso justificava o seguimento rápido das palavras e o timbre baixo da sua voz ao telefone);

- O que estava a acontecer era algo não muito normal (ele tinha dito que eu não compreenderia).

- O irmão e a noiva estavam envolvidos (fora ela que atendeu o telefone e falou de uma forma muito rude);

- Ele era a vítima (era sempre totalmente sincero comigo, os seus olhos demonstravam isso, no entanto, fingia muito bem e eu não estava a ver os seus olhos).

Com tudo isto, e desta forma, não conseguia elaborar uma ideia. Tudo estava directamente ligado, mas eram apenas detalhes, que, apesar de essenciais, nesta altura não ajudavam muito.

Teria de relembrar as últimas quinze semanas para tentar descobrir mais alguns detalhes. De repente uma luz surgiu na minha cabeça.

O seu irmão e a noiva também não tinham aparecido na escola nestas semanas, certamente tinha-lhes ido pedir justificações se os tivesse visto. O que ajudava ainda mais na minha suspeita sobre eles estarem envolvidos.

Não sabia o que fazer, precisava de alguém, precisava de ajuda, precisava das minhas amigas Rachel e Catharinna, queria-as aqui e agora para me ajudarem a lidar com esta situação, para me ajudarem a decifrar este enigma cada vez mais confuso na minha cabeça.

A minha mente já não era automática ao meu controle remoto. O meu coração já não comunicava com a minha alma, porque esta tinha-se apagado.

Já não sabia o que era certo ou errado.

Ele tinha-se escondido atrás de uma parede impenetrável do meu mundo.

Era novamente segunda-feira e eu estava a estacionar o meu carro no espaço habitual do estacionamento.

Era ele. Eu tinha a certeza. Já não o confundia com o irmão, isso nunca mais tinha acontecido e eu não estava a alucinar. Não podia estar.

Saí disparada como se a minha vida fosse acabar no segundo a seguir e só ele me pudesse salvar.

Ele ainda estava longe e tinha um andar muito rápido, não o ia conseguir apanhar.

«ALEX!!»

Gritei o tanto que a minha voz me permitiu.

Ele não se virou, tinha parado, mas não se tinha virado.

Comecei a correr na sua direcção, mas ele retomou o passo rápido.

«ALEXAnd…»

Tornei a gritar, mas as lágrimas começavam-se acumular e a minha voz saiu mais baixa, acabando por falhar.

Comecei a andar lentamente na sua direcção sentido cada vez mais olhares sobre mim. Todos menos o que eu queria.

Os meus joelhos começaram a tremer e fraquejaram, levando-me a sentir uma dor aguda e fria quando estes caíram no chão.

As minhas mãos sentiram o húmido do cimento e percebi que estas estavam a suportar agora o peso dos meus ombros.

Perdi a noção do tempo e do espaço.

Já nada importava.

Eu queria morrer.

Senti uns dedos gélidos na minha face a limparem-me as lágrimas, que caiam sem parar. Senti um corpo duro e igualmente frio encostado ao meu, que tremia sem eu dar por isso. Senti uma voz doce e melódica, misturada com um hálito fresco, no meu ouvido, que me fez reagir automaticamente.

«Desculpa-me!»

Ergui o olhar e ele estava mesmo ao meu lado, sentado no chão e a suportar o peso do meu corpo dormente.

Limpei as lágrimas que restavam com uma mão e aninhei-me mais no seu colo, como se fosse uma criança pequena.

Sabia que aquilo podia ser um sonho e se assim fosse não queria acordar.

Ouviu-se o toque de entrada e as pessoas começaram a abandonar o parque de estacionamento, que servia de átrio exterior.

Não tinha a certeza que conseguia falar, mas valia a pena o esforço.

«Onde estives-te?»

Uns longos dois minutos seguiram-se, mas não houve resposta.

«Pensei que te tinha perdido para sempre.»

Sussurrei agarrando-me a ele com mais força.

Alex inspirou lenta e profundamente e depois expirou da mesma forma, com um suspiro misturado.

«E perdes-te!»

Disse suavemente enquanto me colocava, de novo, no cimento escorregadio e se afastava.

«O quê?»

Isto não podia estar acontecer. Ele não se podia ir outra vez embora. Não podia!

Ele tinha de ficar. Tinha de ficar onde eu o pudesse ver, ouvir e sentir todos os dias.

Tinha tanto para lhe contar e tanto que queria saber.

«Eu só vim aqui apresentar o meu pedido de transferência. Pensei que tinha vindo o suficientemente cedo para não te encontrar, não queria fazer-te sofrer mais, mas parece que já não chegas atrasada às primeiras aulas da manhã.»

A sua voz já não era meiga e suave, mas sim, estranhamente, rude e fria.

«Para onde vais?»

Uns soluços estavam a voltar a minha garganta, mas esforcei-me para me controlar.

«Para bem longe daqui.»

«ONDE?»


Insisti de uma forma histérica.

«Inglaterra.»

«Quando?»

«Ainda hoje.»


Desisti de tentar ter um autocontrolo decente, e recomecei o choro.

«Ouve, não era suposto ter-te encontrado aqui, muito menos ter estado perto de ti. Tentei ignorar-te, sabia que era pior se viesse falar contigo, mas não consegui ficar longe quando te vi daquela forma.»

A sua voz estava agora apreensiva, não conseguia ver a sua expressão, estava de costas viradas para mim, mas de repente levou a mão ao rosto e os seus ombros começaram a tremer.

Estava a chorar. Em silencio, mas a chorar.

O Alex sempre sorridente e alegre que eu tinha conhecido. O Alex que me colocava às gargalhadas nos meus piores dias. Estava a chorar.

«Vai para a aula e…»

Estava hesitante, Alex nunca hesitava em mandar-me fazer algo.

«E..?»

Perguntei já mais controlada.

«E ESQUECE-ME DE UMA VEZ, VIVE COMO SE EU NUNCA TIVESSE EXISTIDO.»

De repente virou-se para mim e os seus olhos demonstravam fúria, uma raiva mais intensa do que eu alguma vez vira. Ódio!

Voltou-se novamente e eu deixei de poder ver o seu rosto. Caiu de joelhos no chão, com um movimento que faria qualquer pessoa partir as rótulas e recomeçou o choro silencioso.

«Alex eu…»

Comecei com uma voz serena, mas ele interrompeu-me.

«Vai!»

Pediu mais calmo.

«NÃO!»

Ele ia ouvir o que eu tinha para dizer nem que eu tivesse de correr na muralha da china.
Alex olhou para mim atónito, com a minha reacção. Nunca lhe dizia que não, simplesmente, porque nunca tinha razão para o fazer, e porque adorava que ele cuidasse de mim. Nunca o enfrentava.

«Alexander eu amo-te! Eu preciso de ti! Não vás!»

EU NÃO CONSEGUIA SEQUER IMAGINAR COMO TINHA CONSEGUIDO DIZER AQUILO.

Mais uma vez Alex olhou-me incrédulo com o que ouvia.

«Não devias ter dito isso. Não devias sentir isso.»

«Mas sinto. Não sei como, mas sei que sinto.»

«Vai para a aula.»


Tornou a pedir, mas eu limitei-me a olhar para ele na esperança de obter outro tipo de resposta. Uma resposta que indicasse que ele sentia o mesmo.

«Por favor! Eu prometo que não vou a lado nenhum até saíres.»

«Como é que eu sei isso?»


Ele aproximou-se do meu corpo de uma forma tão sensual que me fez ficar tonta.

«Achas que se eu não estivesse a falar a sério fazia isto…»

O seu corpo estava agora colado ao meu e conseguia sentir o seu hálito na minha face, o seu nariz tocou no meu e as suas mãos caíram fortemente na minha cintura. Os seus lábios estavam cada vez mais próximos dos meus e eu preparava-me para me entregar aos seus encantos.

«Alex pára!»

Disse já quase sem fôlego.

«O que foi agora?»

Ele estava aborrecido.

«Se… se tu fores embora isto só vai fazer pior.»

«Eu não vou embora querida, prometo.»


Agarrei-me a ele com força antes de o beijar, não sabia que consequências aquilo ia ter, mas agora não interessava.

Larguei-o para o beijar e de seguida corri para a aula, que já ia a meio.

Não me consegui concentrar nos quarenta minutos que faltavam, só pensava que ele ia lá estar, à minha espera.

O toque de saída finalmente soou e eu corri para o parque de estacionamento.
Olhei, olhei e tornei a olhar, mas ele já lá não estava. O que eu mais temia tinha acontecido. Tinha-o perdido. Mais uma vez.

Arrastei-me até ao passeio e sentei-me na berma, o cimento continuava húmido, mas não liguei.

«Kath?!»

Virei-me subitamente para aquela voz. Seria real?

«Alex!»

Exclamei atirando-me para o seu pescoço, quando percebi que, também ele se tinha sentado na beira do passeio.

«Calma! Eu disse que não ia a lado nenhum.»

Disse beijando-me a testa, de seguida.

«Mas vais um dia…»

Respondi desanimada confrontando a realidade.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Dom Nov 22, 2009 2:14 pm

AHHHHHHHHHHHH!
QUE LINDOOOOOOOOO!
MAIS, MAIS, MAIS!
Posta rapido, please.
Beijinho *
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Seg Nov 23, 2009 10:38 pm

«Quando isto se tornar demasiado perigoso para ti…»

Completou ele encarando o vazio.

«O que se passa?»

Agora o meu olhar, assim como a minha voz, era sério e preocupado.

«Este não é o melhor lugar.»

«Então vamos para minha casa, a minha não está a esta hora.»


Sugeri enquanto me levantava e segurava na mão dele.

«Não quero que faltes às aulas por causa disto?

«Mas eu quero. E quero compreender o que se passa contigo.»


Ele abanou a cabeça com um ar irónico que eu não percebi.

«O que eu sou!»

Retorquiu com um falso humor.

«Desculpa?»

Tinha ficado desorientada com aquela resposta sem perceber onde ele queria chegar.

«Não é o que se passa comigo, porque isto não vai passar. É o que eu sou agora!

«O que tu és?»


Agora é que eu não tinha percebido mesmo.

«Vem! Eu explico-te tudo, mas preferia que não fossemos para tua casa.»

Levantou-se e agarrou na minha mão, que entretanto se tinha separado novamente da dele.

«Para onde queres ir?»

«Para o único sítio onde te posso mostrar o que sou.»


Começou a andar mas eu impedi-o.

«Vamos para tua casa?»

Perguntei espantada, pois era o último sitio onde eu esperava ir.

«Claro que não!»

Disse aproximando o seu corpo do meu daquela forma que eu teria de me começar a acostumar.

«Era o último sítio onde estarias em segurança.»

«Porque?»

«Porque não sou a única coisa assim.»


Isto até parecia diverti-lo, pelo menos sentido de humor não lhe faltava.

«Coisa?»

Ele tinha mesmo de começar a dizer tudo, palavra por palavra, o meu cérebro não estava a acompanhar o raciocínio.

«Sou tudo menos humano, agora.»

Olhei para ele como quem pede desesperadamente uma dica.

«Vem, já vais perceber tudo.»

Caminha-mos a um passo ligeiro até fora do recinto escolar e, quando ficamos completamente disfarçados com as árvores da floresta que se seguia, ele agarrou-me por um braço e colocou-me às suas costas com um movimento demasiado rápido para eu o conseguir captar com pormenor.

«O que é que foi isto?»

Perguntei sufocada.

«Confias em mim?»

Agora a sua expressão demonstrava uma verdadeira diversão.

«Neste preciso momento, não tenho a certeza.»

Respondi com medo do que se seguisse.

«Isso é o bastante.»

Com um movimento ainda mais rápido fixou-me com os seus braços e começou uma corrida louca montanha acima.

Simplesmente sentia o vento, no rosto, e via manchas a passarem por mim rapidamente.
Em menos de dois minutos e antes que pudesse continuar com o meu raciocínio já tinha-mos chegado ao topo, onde o sol brilhava agora apesar de estarmos a ter um inverno rígido.

Pousou-me delicadamente sobre a relva e esperou que eu recuperasse o folgo.
«Isto é apenas uma pequena parte de mim.»

«Há mais?»


Estava aterrorizada.

Ele riu abertamente.

«Muito mais, querida Kath. E o pior é que é tudo muito mais perigoso do que a minha super força e velocidade.»

Limitei-me a lançar um olhar encorajador, queria saber o que ele ERA agora.

«No dia em que te convidei para a festa, estava longe de saber que essa festa não era normal. Era uma festa para comemorar o meu… renascimento.»

A sua voz era calma e suave.

Ia começar a falar, mas ele silenciou-me colocando um dedo em nos meus lábios.

«Eu tornei-me numa criatura mitológica, num… ser que…»

«Diz!»


Pedi acariciando-lhe a face.

«Quando cheguei, avisei o meu irmão que te tinha convidado, mas ele não reagiu bem. Ele explicou-me que era uma festa familiar e pediu-me para conversar sobre isso, pois tinha coisas para me contar. Nessa noite soube que os meus pais não tinham morrido, apenas, tal como eu, renascido. Mas o que nós somos torna-nos muito mais perigosos nos primeiros meses.»

«Foi por isso que só voltas-te agora?»

«Também. Mas os meus pais simplesmente não podiam voltar enquanto não soubéssemos. Mais tarde foi o meu irmão, por isso é que ele saiu de casa. Foi viver com os meus pais, que afinal não estavam assim tão longe daqui.»

«Mas, e os teus avós?»

«Já ia chegar a essa parte. Eles são como nós, é claro, mas já o são à muitos anos e quase não se nota a diferença. Já deves ter reparado que a minha pele é extremamente fria e dura. Isso é porque nós já não temos… um coração a bater, logo não temos o sangue quente como os humanos e…»


Eu simplesmente estava atónita com o que eu estava a ouvir, não tinha reparado muito na diferença da sua pele, não conseguia raciocinar

Eu queria saber, eu tinha de saber como ele funcionava.

A minha ansiedade aumentava a cada segundo, tornando-se quase impossível de suportar.

«E..?»

«E é isso que comemos, ou melhor, bebemos. Normalmente os da nossa espécie bebem sangue humano, mas a minha família optou por outro estilo de vida. Só nos alimentamos de animais. Mas o cheiro do sangue humano continua a ser apelativo para nós e por isso isto é tão perigoso para ti. Chamam-nos vampiros, mas nada daqueles mitos são verdadeiros, como o do sol, por exemplo.»


Não sabia o que sentir.

Medo, por ter ali à minha frente, um bebedor de sangue, um vampiro, ou a mesma paixão de antes, por ele continuar a ser o mesmo para mim.

Aproximei-me dele. Tanta informação ao mesmo tempo era um problema.

Ele correspondeu à aproximação e roçou o seu nariz na minha face, parando abaixo do maxilar.

«Eu sou perigoso, mas sou muito mais egoísta e não tenho a força para me afastar de ti agora.»

«Nunca o faças. Por favor!»


Ele estava agachado à minha frente e colocou a sua cabeça entre os meus joelhos.

«Eu preciso de ti como do ar que respiro, não sabes como andei nestes meses em que não estiveste…»

Continuei levantando-lhe o rosto e acariciando a sua face.

«Desculpa por tudo o que te fiz passar, também me custou imenso estar longe de ti querida, mas era demasiado perigoso.»

Ele segurava agora o meu rosto com ambas as mãos e olhava-me intensamente.

Os seus olhos percorreram cada traço da minha face e cada brilho do meu olhar sem nunca se desviarem.

As suas mãos largaram a parte inferior do meu maxilar para passarem pelo meu pescoço até ao fundo das costas, delicadamente.

«Amo-te!»

Disse por fim.

Vociferou cada letra com a maior convicção e sinceridade que eu alguma vez vira.

Comecei a sentir os olhos húmidos e, o pouco rímel que colocara, a esborratar-se na minha face.

Eu estava a chorar!

Mas agora não era como quando ele não estava lá.

Agora não sentia um vazio no peito cada vez que caía uma lágrima.

Agora não doía como facadas a atravessarem-me o coração.

Agora sentia-me completamente preenchida e feliz.

Agora tinha aquele olhar repleto de ternura, não só em pensamento, mas também na realidade, a admirar-me.

«Não chores Kath. Nunca vou ser forte o suficiente para estar muito tempo longe de ti.»

Os seus dedos gélidos limparam-me as lágrimas e eu agarrei-me a ele para ver mesmo se era real.

«Isso, eu não sei. Mas não vale a pena perder o meu tempo a chorar, com uma tarde linda pela frente.»

Ele olhou-me ligeiramente espantado.

«Não dava muito sol para hoje.»

«Pois não tolo, mas só o facto de estar contigo já torna o dia fantástico.»


Rimos em conjunto

O seu sorriso era ainda mais magnifico do que antes. Cintilava a menor luminosidade. Os seus lábios eram simplesmente sensuais como todo o seu rosto e corpo.

Ele contou-me tudo o que ele tinha vivido naqueles meses. Tinha-lhe pedido para me dizer o que tinha sentido quando o veneno invadiu o seu corpo e o transformou, mas ele disse que eu não ia perceber e preferiu não falar.

Passamos a tarde toda na floresta e quando já estava a escurecer eu levantei-me do tronco onde me tinha deitado.

«Devia ir andando…»

Disse monotonamente. Não me apetecia deixa-lo.

«Eu levo-te a casa.»

Parecia decidido.

«Sabes que não tens de fazer isso.»

«Sim, eu sei. Mas eu quero.»

«Bem então… Vamos?»


Ele reflectiu por um momento.

«Só há um problema.»

Acrescentou.

«Eu sabia que ias mudar de ideias.»

O meu tom de voz até tinha alguma ironia.

«Não é isso. De todo. Mas, é que já é tarde e a passo não chegamos antes de anoitecer, por isso, vou ter de correr contigo às costas.»

Oh não! Isto sim assustava-me.

«Não tenho hipótese?»

«Só se não te importares de atravessar metade do caminho de noite, sozinha com um vampiro.»


Disse atirando-se para cima de mim e derrubando-nos aos dois.

«Hey! Não tenho medo de ti, sabes isso.»

«Mas devias.»


Levantou-se, quebrando o clima animado.

«Outra vez essa conversa Alex?!»

Agora eu estava chateada, pensava que já tínhamos ultrapassado aquilo.

«Desculpa…»

Aproximou-se novamente e agarrou-me pela cintura.

«Levas-me a casa?»

Perguntei bruscamente afastando a cara, quando os seus lábios se aproximaram dos meus.

«Claro.»

Respondeu colocando-me rapidamente às suas costas e iniciando uma corrida frenética de regresso.
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Ter Nov 24, 2009 9:59 pm

AHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
QE FOFO, ADORO!
Eu também quero. =D
CONTINUA!
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Sex Nov 27, 2009 12:29 am

Queriida, nao estou aqui a postar nenhuma parte da fic.
Primeiro porque so escrevi umas linhas, a imaginaçao esta a faltar, e segundo queria fazer te uma proposta.

Uma vez que tu estas tao intusiasmada como eu nesta historia queria saber se estas interessada em acaba-la comigo.

Deixo-te uma mensagem privada com o meu mail e numero de telemovel.

Se quiseres é so mandar um sms ou adicionar-me no msn.

Beijinhos!!

P.S. Se nao estiveres interessada, nao ha problema, eu nao levo a mal. Aserio!
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MensagemAssunto: Re: New direction, new life.   Hoje à(s) 3:30 pm

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